Se você mora, comprou ou herdou um imóvel que nunca foi regularizado, a usucapião pode ser o caminho legal para reconhecer a propriedade — com análise individualizada do seu caso.

Imóveis que estão com a família há anos, mas seguem irregulares no papel.
Você mora nele há muitos anos, mas ele não está registrado no seu nome.
Comprou com contrato particular de compra e venda e nunca conseguiu regularizar.
A matrícula do imóvel continua em nome de outra pessoa ou de antigos proprietários.
Recebeu ou ficou com um imóvel da família que nunca foi formalmente regularizado.
Tem uma casa ou terreno adquirido de forma informal e ocupa o imóvel há anos.
Quer vender ou organizar o patrimônio, mas a documentação está irregular.
A usucapião é uma forma prevista em lei de reconhecimento da propriedade para quem exerce a posse do imóvel e preenche os requisitos legais. Não basta morar há muitos anos: é preciso analisar a história da posse, a situação registral e os documentos disponíveis.
Como funciona o atendimento
Análise da origem e do histórico da posse do imóvel.
Verificação do que já existe e do que precisa ser providenciado.
Identificação da modalidade e do procedimento adequado ao caso.
Acompanhamento jurídico de cada etapa da regularização.

Sobre a advogada
Advogada especialista em Direito Imobiliário, pós-graduada na área e com mais de 15 anos de advocacia, com atuação focada em usucapião e regularização de imóveis em São Paulo — Capital.
O atendimento é individualizado e conduzido diretamente pela advogada, da análise inicial até a conclusão do procedimento adequado ao caso.
Excelente
Dúvidas frequentes
Em muitos casos, a ausência de escritura não impede a usucapião. É necessário analisar a situação específica do imóvel e da posse.
O contrato pode ser um documento importante para a análise, mas sua existência, sozinha, não garante a possibilidade de usucapião.
Não necessariamente. É preciso analisar a situação registral e as características da posse.
Depende das circunstâncias do caso. A origem da posse e a situação familiar e documental precisam ser analisadas.
Em determinadas situações, sim. A possibilidade depende dos requisitos legais e das características do caso.
O prazo varia conforme a complexidade do caso, a documentação e o procedimento adotado.
O primeiro passo é analisar o seu caso. Fale diretamente com a Dra. Marta Pinho pelo WhatsApp.